terça-feira, 29 de abril de 2008

A melhor entre os emergentes

O desempenho da Bovespa tem superado o de mercados como China, Índia e Rússia. E a boa notícia é que isso deve continuar

Kiko Ferrite

IPO da Bovespa: bolsa mais madura

Por Giuliana Napolitano

EXAME

O Brasil está atrás de China, Índia e Rússia -- seus pares no grupo de países emergentes conhecido como Bric -- em várias frentes. Além de crescer menos que esse trio há anos, é o único entre eles que ainda não tem grau de investimento, o selo das agências de classificação de risco que atesta a baixa probabilidade de um calote da dívida. No que diz respeito à bolsa de valores, porém, a história é outra: o Brasil tem sido o principal destaque dos grandes países emergentes. Trata-se de um movimento que se tornou mais evidente nos últimos oito meses, quando a crise das hipotecas americanas se agravou e deixou os investidores mais seletivos. De agosto de 2007 a meados de abril deste ano, o Índice Bovespa, termômetro do comportamento da bolsa brasileira, teve valorização de 19%. Foi a maior alta entre as 15 principais bolsas de países emergentes. No mesmo período, o principal índice de ações da Rússia subiu 11%. Na Índia e no México, a alta foi de 6%. Outros mercados tiveram perdas nesse intervalo -- a mais impressionante foi a do mercado chinês, no qual a desvalorização beirou 30% (veja quadro). "O interessante é que essa diferença entre o Brasil e os outros emergentes não parece ser algo pontual", diz Juliana Braga, estrategista de investimentos do UBS Pactual Wealth Management. "É parte de um processo de mudança que vem ocorrendo na bolsa e na economia."

Sob a ótica do mercado, a explicação para a valorização acima da média da Bovespa é o fato de a maioria das ações das empresas brasileiras estar barata em relação a seus concorrentes. É possível medir essa diferença de preço por meio de um indicador largamente utilizado por investidores e analistas de mercado -- o índice preço-lucro (P/L), que calcula a relação entre o preço da ação de uma empresa e seu lucro. O resultado dessa conta aponta o número de anos que um acionista tem de esperar para reaver o dinheiro aplicado nos papéis da empresa recebendo apenas os lucros distribuídos por ela. Por isso, quanto menor o P/L, mais barata é a companhia. Na última década, o P/L da bolsa brasileira foi inferior à media dos mercados emergentes -- em 2002, por exemplo, era metade dos demais. "A justificativa era que o Brasil não estava surfando a onda de crescimento e liquidez mundial, como outros emergentes", diz Celso Boin, analista-chefe da corretora Link Investimentos.

Após ter subido quase ininterruptamente por cinco anos, a diferença de preço hoje é muito menor -- está em torno de 10%. O espaço para novas altas, porém, é maior do que isso. Na opinião dos profissionais de mercado consultados por EXAME, as ações brasileiras vão continuar se valorizando acima da média de suas concorrentes no mundo emergente nos próximos meses. Mais do que isso: o P/L da Bovespa pode ultrapassar a média desses países. "O Brasil é um caso único, uma história muito fácil de ser vendida no exterior", diz Jacopo Valentino, diretor de renda variável do BNP Paribas Asset Management. Valentino é o responsável pela gestão de dois fundos internacionais de ações lançados em 2007 para investidores coreanos e japoneses e participou de algumas apresentações feitas a esses clientes. "A bolsa brasileira só entrou agora de forma mais consistente no radar desses investidores, e eles estão entusiasmados", diz o executivo.

O Brasil é exceção
A bolsa brasileira teve o melhor desempenho dos principais mercados emergentes nos últimos oito meses(1)
Brasil 19%
Rússia 11%
Índia 6%
México 6%
Polônia -19%
China -26%
(1) De 10/8/2007 a 11/4/2008, em moeda local. Foram usados os seguintes índices das bolsas de valores: Ibovespa (Brasil); IPC (México); RTS (Rússia); Shanghai Composite (China); BSE Sensex (Índia); WSE (Polônia)
Fontes: Bloomberg e Economática

O que explica o otimismo em relação às ações de empresas brasileiras é a visível transformação que vem ocorrendo na economia. Apesar de o desempenho das bolsas de valores depender, em parte, do cenário externo e do aporte de recursos dos investidores estrangeiros, o que sustenta a performance de qualquer mercado no longo prazo é a solidez de suas empresas e os bons fundamentos da economia real. "Nesse ponto, o Brasil leva vantagem porque está em meio a um importante processo de ajuste", diz Juliana Braga, do UBS Pactual. Os principais pontos dessa mudança são o maior crescimento do PIB, a queda dos juros, o equacionamento da dívida externa e os progressos feitos no sentido de o país obter o grau de investimento, que tornará a bolsa brasileira acessível a fundos internacionais que só podem aplicar em mercados com esse selo (leia detalhes no quadro ao lado). Também pesa a favor da bolsa brasileira a competitividade das produtoras nacionais de commodities, como as siderúrgicas e as mineradoras, que têm se beneficiado da disparada dos preços internacionais desses produtos. "Além de a produção e a exportação de commodities serem importantes para o desempenho da economia brasileira, a Bovespa está bastante concentrada nas empresas desse setor", diz Luiz Ribeiro, gestor de fundos offshore para a América Latina do HSBC. Apenas a Vale e a Petrobras respondem por um terço do valor de mercado da Bovespa e por cerca de 30% do volume de negócios.

Com base nessas perspectivas positivas, a previsão média dos analistas é de um Índice Bovespa ao redor dos 75 000 pontos em dezembro, o que representa valorização de 20% em relação ao fechamento de 11 de abril. Existe, porém, um risco: o de um aumento dos juros maior que o esperado. A maioria dos bancos e corretoras prevê que a alta da Selic até dezembro será de 1 a 2 pontos percentuais. "Estamos revisando nossa projeção de crescimento do PIB para este ano por causa dessa nova expectativa sobre os juros", diz Marcelo Salomon, economista-chefe do Unibanco. Uma economia mais fraca prejudica a bolsa, sem dúvida, mas boa parte dessa perspectiva mais pessimista já está nas contas dos analistas -- que, ainda assim, esperam que o Ibovespa se valorize. Haverá problemas se a alta dos juros for maior que 2% neste ano. "Os investidores não gostam de surpresas", diz Jacopo Valentino, do BNP. Entre os fatores que podem desmentir os analistas há ainda os efeitos de uma recessão americana e de uma eventual queda nos preços das commodities -- duas possibilidades tidas como pouco prováveis no curto prazo.

Mercado volta a elevar previsões de inflação e Selic para 2008


O mercado revisou para cima, mais uma vez, os prognósticos para a inflação e para a taxa Selic neste ano, segundo relatório Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central.

A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,71% na semana passada para 4,79%. Para o final de 2009, a expectativa permaneceu em 4,40%.

O prognóstico para a Selic no final deste ano também subiu, passando de 12,75 para 13,00%. Para o final de 2009, a estimativa passou de 11,25 para 11,34%.

A projeção para o dólar foi mantida em R$ 1,75 para o final de 2008 e em 1,82 para o fim de 2009.

A previsão para o crescimento econômico neste ano foi mantida em 4,60%.


Fonte: Reuters
28/04/2008

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Itaú Corretora mensura estrago da alta dos juros nas ações de varejo

| 17.04.2008 | 08h23

Se a Selic subir 3 pontos percentuais, por exemplo, é melhor investir em renda fixa do que em várias empresas do setor

EXAME A decisão do Banco Central (BC) de voltar a elevar os juros após três anos, anunciada nesta quarta-feira, representa apenas o início de um ciclo de aumentos que está por vir nos próximos meses. Um dos setores mais afetados pelas decisões do Copom (Comitê de Política Monetário do BC) é o varejo. Afinal, a diretoria do BC eleva a Selic justamente com o objetivo de conter o consumo e, com isso, frear as pressões inflacionárias.
Ainda é incerto o tamanho e a duração do ciclo de aumento de juros. Neste momento, o mercado trabalha com um cenário de que a Selic vai subir neste ano 1,5 ponto percentual até dezembro, chegando a 12,75% - previsão do boletim Focus. Em 2009, o BC retomaria gradualmente o movimento de baixa, com os juros retornando para 11,25%. Vale lembrar, no entanto, que as previsões para os juros são muito voláteis. Em janeiro, por exemplo, quase ninguém no mercado apostava em um ciclo de altas durante 2008 e havia até quem trabalhasse com previsões de retomada da trajetória de redução. Em poucas semanas, entretanto, a expectativa de IPCA para este ano superou o centro da meta de 4,5% e obrigou o BC a agir.
Devido a essas rápidas mudanças de cenário, a Itaú Corretora simulou o impacto da alta dos juros a partir de três cenários: elevação da Selic em 1, 2, ou 3 pontos percentuais.

No caso da B2W, por exemplo, a rentabilidade do investimento seria reduzida a menos de um terço caso os juros chegassem a 13,25% ao ano. As ações da empresa fazem parte da carteira sugerida para abril por seis corretoras (Ágora, Fator, SLW, Socopa, Souza Barros e Unibanco), além da gestora de recursos Paraty Investimentos.
Boa parte desse impacto, no entanto, já está precificado nas ações. Num período de três meses encerrados no dia 15 de abril, o Ibovespa acumulou uma alta de 4,5%. Já setores bastante ligados ao mercado interno – os mais afetados pela alta dos juros – amargaram baixas consideráveis. O comércio varejista perdeu nada menos que 18%. Já as lojas de departamentos tiveram queda de 13%. Ações de administradoras de shopping centers caíram em média 12%.
Apesar de estar entre os mais afetados, o varejo não é único a sofrer com a Selic m ais alta. Analistas apontam o setor de construção como outro que padecerá a cada piora de expectativa em relação à inflação. Nos últimos três meses, as construtoras da Bovespa perderam 10% do valor de mercado.
A própria Bovespa Holding foi bastante afetada. Como juros maiores estimulam a migração de recurso do mercado acionário para a renda fixa, as ações da bolsa despencaram mais de 20%. O resultado é particularmente negativo se for considerado que a Bovespa anunciou no período a fusão com a BM&F. A união das bolsas deve levar a economia de despesas de até 25% em 2010. Portanto, as ações deveriam ter respondido ao negócio com valorização, mas não foi o que aconteceu.
Inflação no mundo
O Brasil não é um caso isolado de elevação da inflação. Da China aos Estados Unidos, a alta dos preços de energia e das commodities tem obrigado bancos centrais a tomar posturas cautelosas para manter a inflação sob controle. Na China, a alta dos preços já chega a 8,3% ao ano – quase o dobro do centro da meta brasileira.
Na semana passada, o estrategista de mercados emergentes do banco Merrill Lynch, Michael Hartnett, foi categórico ao afirmar que a inflação já é uma ameaça maior para os países emergentes do que a provável recessão nos Estados Unidos. Enquanto a economia americana – considerada até então a principal fonte de preocupação do mercado desde o início da crise do subprime - só afundará os emergentes se provocar o fim do boom das commodities, a inflação já está causando altas de juros e retração do consumo em vários países.
O economista da Merrill Lynch elevou sua previsão da inflação em emergentes de 5,3% para 6,7% neste ano. Se por um lado a onda de aumentos de juros deverá conter essa escalada dos preços, por outro haverá forte impacto no mercado de capitais. Bolsas como de Xangai e Hong Kong acumulam perdas de mais de 30% desde novembro devido, principalmente, à expectativa de avanço dos preços.
Outro efeito colateral da alta dos juros no Brasil seria uma desvalorização ainda maior do dólar. Com a crescente diferença entre as taxas brasileiras e as praticadas nos EUA e Europa, mais capital especulativo pode chegar ao país, forçando a moeda americana para baixo. A valorização ainda maior do real ajudaria o país a controlar a inflação, mas prejudicaria principalmente os exportadores de bens manufaturados. Com o dólar cotado no atual patamar de 1,70 real, esses empresários já têm se queixado da redução das margens de lucro nas vendas ao exterior. Juros maiores só tendem a piorar esse cenário para os exportadores.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Qual é a sua atitude em relação a dinheiro?

Abraham Shapiro*

A relação das pessoas com o dinheiro tem tantas possibilidades de sucesso e fracasso quanto é a multiplicidade dos seres humanos no mundo.

Saber usar o dinheiro não é uma questão de economia, mas de princípios.

O modo de se ganhar e gastar dinheiro revela a visão que seu proprietário tem do mundo e de si mesmo. Talvez seja por isso que tantas pessoas ganhem o suficiente para levar boa vida e garantir seu futuro, mas vivem apertadas ou endividadas. O sujeito ganha mil, mas vive segundo um padrão de mil e quinhentos.

Há pessoas que conseguem realizar muito com o pouco que ganham. Há outras que vêem seu dinheiro evaporar como éter. Dinheiro não é um papel ou metal. O seu valor não se limita ao que está impresso sobre ele. Pode ser mais ou menos, por que é energia viva. O segredo do valor da moeda está na intenção de quem a usa e para qual finalidade.

Dinheiro também pode funcionar como uma droga e ter efeito entorpecente sobre aqueles que o encaram somente como um meio para terem status social.

Assim como uma vida sem sentido não tem valor algum para quem a vive, dinheiro sem uma atitude decidida também nada vale. Seja quanto for.

E você? Como encara o dinheiro que ganha? Decida adotar uma atitude positiva. Que tal planejar usá-lo para fazer coisas boas e não gastar sem consciência e sabedoria? Você verá que, desta forma, uma dificuldade que hoje existe e lhe incomoda, poderá se converter instantaneamente em alegria e durar muito.



15/04/2008
Shapiro, Abraham

Abraham Shapiro é coach e consultor especializado em lideranças, equipes de vendas e relacionamento com o cliente.

Ficou mais seguro investir em Petrobras com novos campos


Papéis devem subir no longo prazo, ainda que a inflação na China acabe com o boom das commodities

Por Francine De Lorenzo

EXAME Antes mesmo de ter início a onda de descobertas de campos de petróleo na Bacia de Santos, no Rio de Janeiro, os especialistas já classificavam as ações da Petrobras entre as de menor risco do mercado. As informações sobre o potencial de exploração de Tupi, Júpiter e Carioca, ainda que não sejam precisas, colocam a companhia em confortável posição no cenário internacional e devem garantir aos investidores bons retornos no longo prazo, mesmo que a alta da inflação na China acabe com o boom das commodities nos próximos meses, avaliam os especialistas.

De acordo com o sócio da Paraty Investimentos, Marco Franklin, estima-se uma alta para os papéis entre 2% e 7% para cada 1 bilhão de barris produzidos. Isso significa que, se for confirmada a informação de que o novo campo terá potencial de produção de 33 bilhões de barris, as ações da companhia deverão sofrer uma valorização de ao menos 30%, já que a Petrobras é dona de 45% do campo em questão. Dessa forma, a previsão para as ações preferenciais da estatal em dezembro de 2008, que até então girava em torno de 110 reais, saltou para 145 reais, na avaliação da Paraty Investimentos.

“Mas ainda há chances do ajuste ser bem maior, porque não está claro se esse potencial de produção se refere somente ao Carioca (um dos blocos de exploração na Bacia de Santos) ou a todo o Pão de Açúcar (que engloba, além do Carioca, outros quatro blocos de exploração)”, diz Franklin. Em comunicado, a Petrobras informa que ainda estão sendo desenvolvidos estudos para verificar a abrangência do novo campo.

Para o analista da corretora Geração Futuro, Lucas Brendler, até que esse estudo seja divulgado, o mercado deve trabalhar com projeções de produção semelhantes a dos campos de Tupi e Júpiter, que apresentam potencial de produção estimada entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris. “Quando o relatório desse novo campo sair, o mercado deve ajustar o preço das ações para cima ou para baixo, de acordo com o resultado”, diz Brendler.

A previsão é de que os primeiros estudos fiquem prontos até maio. Como o mercado acionário trabalha com expectativas, as ações devem reagir a cada nova informação. Portanto, o investidor que decidir aplicar nos papéis deve se preparar para enfrentar volatilidade. “Não só por causa da descoberta, mas também por influência do mercado externo. A crise de crédito nos Estados Unidos ainda está mexendo com as bolsas de todo o mundo”, lembra o analista da corretora Alpes, Fausto Gouveia.

Nesta segunda-feira (14/4), os papéis preferenciais da Petrobras encerraram o pregão cotados a 82,97 reais, em alta de 5,62%, enquanto as ações ordinárias subiram 7,67%, para 102,41 reais. Apesar da valorização, os papéis da estatal ainda acumulam perdas em 2008 de 6,14% e 2,53% nas ações preferenciais e ordinárias, respectivamente. No período, o Ibovespa registra queda de 2,71%.

Preferência nacional

Poucas são as unanimidades no mercado financeiro. A Petrobras é uma dessas raridades. O consenso de que as ações da estatal estão entre as mais promissoras da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) deve-se a um conjunto de fatores, que inclui a expectativa de novas descobertas nos próximos meses. “É grande a possibilidade de encontrarem outros campos como o Carioca, Tupi e Júpiter”, afirma Brendler.

Além disso, o aumento de produtividade nos campos já em operação e as consecutivas altas nas cotações do petróleo no mercado internacional – somente em 2008 os preços já subiram 16% – garantem a expectativa de fartos retornos aos investidores. Pelas contas de Marco Franklin, para compensar essa valorização do petróleo, a Petrobras deveria elevar em 10% o preço da gasolina e 30% o diesel.

Por enquanto, a valorização do real frente ao dólar vem ajudando a empresa a segurar os preços no mercado interno. “Apesar de o governo dizer que não haverá aumento na gasolina neste ano, nós já estamos trabalhando com a possibilidade de reajuste de 5% no segundo semestre”, diz Brendler.

O fato de o governo utilizar a Petrobras como ferramenta no controle da inflação é o único ponto negativo apontado pelos analistas. “Por isso, as ações da Petrobras apresentam um desconto quando comparadas as de petrolíferas privadas de outros países”, explica Fausto Gouveia. “Mas esse risco já está embutido no preço. Portanto, os papéis são atrativos assim mesmo”.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Evento - 12/04/08

O Clube de Investimento em Ações Lidera Invest convida todos a participar de um evento gratuito que, além de aproximar os participantes de gestores de capital e analistas de mercado, busca fornecer informações sobre a atual gestão do clube e oportunizar o aprendizado de todos.

Estarão presentes representantes da Gol Invest Consultoria e Gestão Financeira, que juntamente com a Geração Futuro Corretora de Valores, faz a gestão do clube e o agente de mercado da Geração Futuro José Antônio P. Prescinotti.

No encontro serão abordados assuntos como:

- Investimento em mercado de ações;
- Atual comportamento do mercado de ações;
- Análise e projeção de investimentos futuros no mercado de ações;
- Gestão e análise da carteira de ações que compõe o Clube;
- Lançamento do “Blog” do Clube de Investimento em Ações Lidera Invest.

Evento

Data: 12 de abril;
Horário: 14h00min;
Local: Auditório da Engenharia de Produção - CTC/UFSC - Florianópolis/SC.

Solicitamos a confirmação da presença até quarta-feira, 09/04/08, através do e-mail liderainvest@golinvest.com.br, pois as vagas são limitadas.

Contamos com a sua presença para que este evento atinja seu principal objetivo: Apresentar o clube a todos os interessados e incentivar o aprendizado no mercado de capitais.

Atenciosamente,


Rodrigo Gregory

Resultados do Clube em 2007 e Rentabilidade média dos Clubes geridos pela Gol Invest


OBS: Os dois primeiros gráficos são relativos ao Lidera Invest, enquanto a terceira se trata dos clubes geridos pela Gol Invest. (até 12/07)


quarta-feira, 2 de abril de 2008

Economia dos EUA precisa de tempo para se estabilizar

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, disse nesta quarta-feira que informou às autoridades chinesas que será necessário algum tempo para que a turbulência na economia dos EUA se estabilize.

"Eu disse aos chineses que não superamos isso ainda", disse Paulson em uma entrevista à Bloomberg Television. "Nosso mercado de capitais ainda não está funcionando como ele precisa funcionar. Vai levar algum tempo", afirmou.

Paulson acrescentou que acredita que a administração do presidente George W. Bush está tomando o rumo certo para diminuir o impacto da crise do setor imobiliário.

Ele disse ainda que a projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI), que prevê acentuada desaceleração na economia dos EUA, é exagerada.

Na terça-feira, o jornal alemão Die Zeit publicou que o FMI cortou a projeção do crescimento econômico dos EUA em 2008 de 1,5% para 0,5%.


Fonte: Reuters
02/04/2008

terça-feira, 1 de abril de 2008

26/03/2008 - 12h43

Marcas Bovespa e BM&F serão mantidas após fusão das controladoras

SÃO PAULO - As marcas Bovespa e BM&F serão mantidas, mesmo após a fusão das duas empresas que controlam os mercados de ações e de futuros no Brasil. A afirmação foi feita hoje pelo diretor geral da Bovespa Holding, Gilberto Mifano.

"Sabemos da importância do nome da nova empresa, mas as marcas Bovespa e BM&F não serão abandonadas", afirmou Mifano, acrescentando que ainda não está definido nem o nome nem o logotipo da companhia resultante da fusão, chamada provisoriamente de Nova Bolsa.

De acordo com o diretor da Bovespa, os mercados das duas Bolsas continuarão independentes e não haverá prioridade para uma operação em detrimento da outra.

"Os mercados têm uma dinâmica complementar. Quando um se deprime, o outro se acelera. E isso é bom tanto do ponto de vista da gestão, como do de resultado (financeiro)", afirmou Mifano.

Tanto ele, quando Edemir Pinto, diretor-geral da BM&F S.A., ressaltaram que a integração das duas empresas terá que ser feita com cuidado, diante das questões regulatórias envolvidas.

O funcionamento das clearings (câmaras de compensação), por exemplo, é supervisionado pelo Banco Central. Já o papel de auto-regulador da Bovespa e da BM&F é fiscalizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

(Fernando Torres | Valor Online)