sexta-feira, 15 de maio de 2009
Na tentativa de aproximar cotistas do Lidera Invest Clube de Investimento em Ações e interessados em fazer parte do clube com seus gestores/administradores, estamos organizando uma visita de duração de 01 (um) dia à sede da Gol Invest Agentes Autônomos de Investimentos Ltda, em Criciúma-SC, que partirá da UFSC.
O Lidera Invest é um clube de investimento em ações fundado por graduandos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e tem como objetivo reunir estudantes e pessoas da comunidade em geral para melhor entender o mercado de capitais, além de ganhar dinheiro investindo na bolsa de valores. A administração do clube é realizada pela Corretora de Valores Geração Futuro e a gestão da carteira de ações pela Gol Invest.
De caráter técnico, esta visita visa, além conhecer o dia-a-dia da equipe que faz a gestão do clube, debater assuntos sobre economia mundial, tendências, portfólio de carteiras e outros.
Um cronograma detalhado da visita será enviado posteriormente aos interessados, mas pedimos que reservem todo o dia para a visita. Pois a intenção é sair de Florianópolis bem cedo pela manhã e voltar ao fim do dia.
Os custos serão de descolamento e alimentação.
De acordo com o número de pessoas, avaliaremos as possibilidades de ir em carro de voluntários, vans ou ônibus.
A data: 29/05/2009
Portanto, pedimos aos interessados que enviem um e-mail CONFIRMANDO a visita, com nome completo e telefone para liderainvest@golinvest.com.br
Há limite de vagas, as quais serão preenchidas na ordem em que recebermos as confirmações!!!
Retornaremos com maiores informações aos confirmados em breve.
Obrigado.
Lidera Invest
RANDON: RESULTADOS MENORES IMPACTADOS PELA
CRISE
A Randon divulgou dia 08/03/08 seus resultados do 1T09, com redução de volumes e receitas, os quais foram impactados pela desaceleração da economia no período como conseqüência da crise mundial. Os resultados da empresa no período, mesmo com queda, vieram acima das nossas projeções, as quais se mostram bastante conservadoras gerando, ainda assim, múltiplos atrativos de P/L e EV/EBITDA.
VALE OBTEVE LUCRO LÍQUIDO DE R$ 3,1 BILHÕES NO
1T09, 29% MAIOR EM RELAÇÃO AO 4T08.
fonte: www.gerafuturo.com.br
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Estratégia para aumentar o lucro e diminuir o risco
Lucas conta que, no início de 2008, vendeu um dos três terrenos que recebeu de herança do pai e, segundo ele, influenciado por um colega da faculdade de Administração de Empresas, colocou todo o dinheiro da venda em ações. Ele conta que ficava várias horas por dia operando em um Home Broker, comprando e vendendo ações ou opções no mesmo dia.
Depois de conseguir um bom desempenho no começo, ele acabou perdendo quase todo o dinheiro durante as grandes flutuações de outubro de 2008. Para tentar “salvar” o que restava, comprou um carro que valia menos de 10% do terreno. A dura lição serviu para que ele passasse a investigar os erros do passado. Percebeu que conhecia muito pouco sobre o mercado acionário. Resolveu estudar bastante e agora se sente mais preparado do que antes.
Recentemente Lucas recebeu uma boa proposta para a venda do segundo terreno da herança e pensa em voltar a comprar ações. Ele acredita que a crise econômica está chegando ao fim e que as ações ainda estão baratas. Mesmo reconhecendo que gostava da emoção do ritmo febril das compras e vendas diárias, Lucas diz que agora pretende mudar de estratégia. Formado e empregado em uma grande empresa, ele pensa em investir em cinco ou seis companhias e não mexer mais no dinheiro. “Esta estratégia está correta?”, questiona o leitor.
Respondendo a pergunta
Não existem garantias de que a crise esteja no final. O que parece que ficou claro é que a crise não terá as proporções previstas pelos mais alarmistas. Também não se pode afirmar que as ações estão “baratas”. O preço é resultado de inúmeros negócios diários e refletem as expectativas sobre os retornos das empresas no futuro.
Mesmo assim, Lucas deve voltar ao mercado. Mas precisa diversificar os investimentos. Hoje ele possui 100% dos investimentos aplicados no setor imobiliário. Esta concentração não é positiva.
Mas ao vender o terreno, ele não deveria comprar tudo em ações. O mais indicado é investir 50% na bolsa e 50% em títulos públicos ou fundos lastreados nestes títulos. Lucas também pode ampliar os ganhos se fizer um programa de compras mensais de ações e títulos públicos. Talvez ele até possa ganhar mais no longo prazo investindo somente em ações, mas em um momento de grande queda no mercado, é possível que ele volte a liquidar os investimentos em péssima hora.
Criando uma estratégia
No início de 2002 o mercado acionário estava em um período de desânimo. As cotações já tinham caído mais de 30% em relação ao pico de 2000. Naquela época foi lançado o Tesouro Direto, que dava a oportunidade de os investidores comprarem títulos públicos de forma direta através da internet.
Em reação à possibilidade de eleição do Presidente Lula, as cotações caíram ainda mais 35%. O Ibovespa chegou aos 8.370 pontos em 16 de outubro. Depois da eleição, ficou evidente que o medo era despropositado. A Bovespa, então, embarcou na mais impressionante alta da história do mercado de capitais brasileiro, que foi interrompida pela crise hipotecária americana em 2008.
Usando os dados deste conturbado período após a criação do Tesouro Direto, testei uma estratégia muito difundida no mercado de capitais: o balanceamento de carteira. Esta estratégia consiste em estabelecer percentuais relativamente fixos de ativos e, sempre que determinado ativo superar uma marca, recompor a proporção entre os ativos.
Para testar a estratégia, simulei a compra de R$ 50 mil em ações e da mesma quantidade em Letras Financeiras do Tesouro (LFT ), totalizando um investimento inicial de R$ 100 mil. No dia 10 de cada mês, foi aplicado mais R$ 1 mil no ativo que tivesse valor menor. Sempre que um ativo superava a marca de 55% da carteira total, a proporção excedente a 50% era vendida no dia seguinte. Dois dias depois, era comprado o mesmo valor no outro ativo. Assim, ao longo de todo o tempo, nunca um ativo representou mais do que 55% ou menos de 45% da carteira total por mais de um dia.
O investimento total no período foram os R$ 100 mil iniciais, mais 87 parcelas de R$ 1 mil, totalizando R$ 187 mil. Com a estratégia de balanceamento de carteira, o resultado final do investimento em 14 de abril de 2009 foi de R$ 514.916,06, com uma Taxa Interna de Retorno (TIR) de 1,98% ao mês. Sem dúvida, um excelente rendimento.
Porém, para dar uma noção da vantagem desta estratégia, é preciso comparar com uma aplicação apenas em ações ou apenas em títulos. O resultado é que com a mesma estratégia de investir R$100 mi iniciais (2 x R$ 50 mil) e mais 87 parcelas de R$ 1 mil em títulos, teríamos R$ 462.582,09 ao final do período – uma TIR de 1,83% mensais. Com o investimento somente em ações, o resultado seria de R$ 504.325,08, com TIR de 1,96% ao mês.
O maior retorno, portanto, foi no sistema misto. Mas a diferença não foi tão significativa em relação ao investimento em ações. Entretanto, é comparando os riscos das estratégias que percebemos a maior vantagem do balanceamento. O desvio padrão (risco) dos retornos da carteira de ações foi de quase o dobro (0,020) em relação ao desvio padrão do investimento misto (0,011). Assim, quando ajustamos risco e retorno, o investimento balanceado é bastante superior.
Para ter uma idéia prática deste risco, no dia 20/5/2008 a carteira de ações chegou a valer R$ 798.106,23 e, cinco meses depois (em 27/10/2008), valia apenas R$ 322.433,41 – uma queda de quase 60% em relação ao pico. São momentos em que os investidores não suportam as perdas e liquidam as ações na pior hora possível.
Na carteira balanceada, o valor máximo, de R$ 588.333,42, também foi atingido no dia 20/5/2008. Depois da queda, o valor mínimo atingido foi de R$ 408.452,06, em 24/10/2008. Uma significativa redução de 30%, porém muito menor que a da carteira exclusiva em ações.
A estratégia de balanceamento de carteira normalmente reduz o risco e aumenta o retorno. Como reduz as diferenças entre valores extremos (picos e vales), contribui para evitar que os investidores percam dinheiro ao liquidar os investimentos no pior momento.
Fonte: http://www.bb.com.br/portalbb/page251,116,2233,1,1,1,1.bb?codigoMenu=1092&codigoNoticia=16261 (acesso em 06/05/09 às 15:10h)
Autor: Jurandir Sell Macedo
quarta-feira, 11 de março de 2009
Reportagem do Jornal Valor Econômico
análises dos verdadeiros efeitos da crise internacional sobre a economia brasileira e parar de vender expectativas negativas?
Tenho observado inúmeros diagnósticos a respeito de um futuro nebuloso para a economia, com risco de desemprego e outros prognósticos que nem sempre estão baseados na
realidade do dia-a-dia do funcionamento das nossas empresas e da economia. Afirmar que a economia brasileira é globalizada e, por isso, não ficará imune à crise, parece ser uma
simplificação muita exagerada da realidade.
O fato de uma grande mineradora ter feito demissões e também o episódio em que um pequeno número de grandes empresas perdeu um significativo volume de recursos com
operações inovadoras (derivativos de câmbio) não devem ser considerados o fim do mundo. Vale recordar que a mineradora vinha conseguindo excepcionais índices de crescimento
dos seus negócios, inclusive nos preços. Quanto aos prejuízos com derivativos, as perdas das empresas foram ganhos dos bancos e, por isso, o efeito macroeconômico desse
episódio pode ser considerado irrelevante.
As grandes perdas verificadas na Bovespa no ano passado também podem ser encaradas como uma situação normal, se considerarmos o enorme volume de recursos que
anteriormente foram injetados na bolsa por investidores internacionais.
O consumidor brasileiro, em sua grande maioria, não possuía dinheiro aplicado na bolsa. Os bancos brasileiros também não aplicaram recursos em papéis subprime no mercado dos
Estados Unidos. Assim, os prejuízos sofridos pelos bancos internacionais, especialmente os americanos, não tiveram qualquer reflexo na indústria bancária brasileira. Da mesma
forma que os prejuízos decorrentes da queda da bolsa devem ter ficado restritos a um pequeno número de investidores nacionais, que, inclusive, conhece muito bem o grau de risco
inerente a esse tipo de investimento.
A retração que por ora se verifica na indústria automobilística brasileira também não é o "fim do mundo", especialmente porque essa indústria vinha trabalhando como nunca e
registrando elevados índices de produção e vendas, cuja base de sustentação era um sistema de financiamento que vinha operando em bases anormais. Financiar automóveis com
prazo de até 100 meses, sem que o comprador (financiado) precisasse pagar qualquer valor como entrada, parece ser uma sistemática que foge aos padrões normais de qualquer
sistema de crédito que pretenda ser seguro e duradouro.
Quanto à restrição de crédito às empresas, imposta pelos bancos comerciais, pode-se entender como uma precaução momentânea e até certo oportunismo. Sabe-se que os recursos
destinados ao crédito comercial - a exemplo de descontos de duplicatas, capital de giro, crédito direto ao consumidor e outras linhas de curto prazo pela maioria dos grandes bancos
comerciais brasileiros - há muito tempo não dependem de linhas internacionais. A exceção fica apenas para as linhas de crédito destinadas a financiar as operações de comércio
exterior, a exemplo dos tradicionais ACC (Adiantamento de Contrato de Câmbio) ou ACE (Descontos de Cambiais Entregues), que continuam sendo operacionalizadas sempre com
recursos captados em bancos internacionais.
Estas linhas, sim, foram reduzidas, mas deverão voltar à sua normalidade em breve, pois são operações sempre de curto prazo, muito lucrativas e com baixo risco. Os grandes
bancos internacionais têm interesse em restabelecê-las, tendo em vista que precisam, mais de que nunca, de receitas.
A orientação para que o consumidor aperte o cinto e deixe para o futuro as suas decisões de consumo é válida, desde que o objetivo seja evitar o elevado grau de endividamento, a
exemplo do que vem ocorrendo com a liberação de crédito consignado, cujos prazos chegam a 72 meses (ou 6 anos). Tomar crédito nesse prazo para consumir pode ser considerado
um absurdo, da mesma forma que também é absurdo se financiar carros em até cem meses, com zero de entrada.
Os fundamentos da economia brasileira seguem firmes. Precisamos parar de falar em crise e continuar trabalhando, com vigor e otimismo, para o engrandecimento do Brasil.
Rafael Bernardino de Sousa é economista, consultor financeiro independente e possui a certificação Certified Financial Planner (CFP)
E-mail: rafael.bernardino@uol.com.br
terça-feira, 10 de março de 2009
Fonte: ADVFN
10 corretoras indicam ações para março
Portal EXAME -
As medidas tomadas pelos Estados Unidos e por países da Europa para enfrenta a crise global apontaram uma luz no fim do túnel para o mercado financeiro. Analistas e investidores aguardam ansiosos os efeitos dos diversos pacotes de ajuda anunciados nos últimos tempos, mas enquanto os resultados não vêm, são as ações de setores conservadores que concentram as recomendações dos especialistas.
A previsão para os próximos pregões é de mais sobe-e-desce nas bolsas de todo o mundo. Por isso, empresas menos expostas às oscilações de mercado, como as de energia elétrica, saneamento básico, telefonia e concessões rodoviárias continuam sendo as preferidas dos analistas. Essas companhias, além de serem boas pagadoras de dividendos, apresentam grande previsibilidade de fluxo de caixa, já que a demanda por seus serviços sofre pouca influência do cenário macroeconômico. Neste mês, duas corretoras incluíram os papéis da CCR Rodovias em suas carteiras. As ações de Telesp, Cemig, Transmissão Paulista, entre outras, também são apontadas como boas opções.
Para o longo prazo, entretanto, os analistas mantêm as recomendações de compra para as ações da Vale e de siderúrgicas. A expectativa é de recuperação dos papéis, que podem vir a apresentar resultados superiores à média do mercado. As projeções das corretoras apontam potencial de valorização de até 144% para as ações da Vale, 130% para as da Gerdau e 158% para as da Usiminas. O aumento recente nos preços do minério de ferro no mercado à vista na China indica uma possível retomada no crescimento da atividade industrial no país - o que seria bastante benéfico para os negócios das empresas brasileiras. Além disso, o início das obras de infra-estrutura, que fazem parte dos planos de ajuda lançados por vários países, também contribuem para o aumento gradativo da demanda. Por ora, porém, os analistas recomendam cautela. As ações permanecem na carteira sugerida de praticamente todas as corretoras, mas os investidores devem ter em mente que o retorno virá somente a longo prazo.
O mesmo raciocínio é válido para as ações da Petrobras. Apesar das dúvidas quanto à viabilidade econômica de novos projetos na região do pré-sal, os papéis continuam sendo indicados por nove das dez corretoras consultadas. Nas últimas semanas, os preços do petróleo no mercado internacional vêm subindo, o que, na avaliação dos especialistas, reflete a maior procura por derivados nos Estados Unidos - em especial gasolina -, devido aos atrativos preços praticados no mercado.
O setor financeiro, que foi agitado este ano por novas fusões e aquisições, também é visto com bons olhos pelos especialistas. Diferentemente dos bancos americanos e europeus, os brasileiros, na avaliação dos analistas, apresentam sólidos fundamentos. Ao apontar o melhor do setor, os analistas se dividem entre Bradesco e Itaú.
As carteiras sugeridas pelas corretoras
| Ágora | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Petrobras | PETR4 | 31,30 | 26,40 | 18,56 |
| SulAmérica | SULA11 | 46,43 | 19,85 | 133,90 |
| Vale | VALE3 | 44,16 | 30,87 | 43,05 |
| Gerdau | GGBR4 | 27,21 | 12,66 | 114,93 |
| Cemig | CMIG4 | 48,04 | 33,25 | 44,48 |
| Energias do Brasil | ENBR3 | 36,96 | 23,40 | 57,95 |
| BM&FBovespa | BVMF3 | 9,26 | 5,95 | 55,63 |
| Telesp | TLPP4 | 54,64 | 44,19 | 23,65 |
| Itaú | ITAU4 | 36,45 | 22,20 | 64,19 |
| Alterações | ||||
| Entra: Itaú | ||||
| Sai: Itaúsa | ||||
| Alpes | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Vale | VALE5 | 38,00 | 26,83 | 41,63 |
| Petrobras | PETR4 | 36,00 | 26,40 | 36,36 |
| Bradesco | BBDC4 | 32,00 | 20,70 | 54,59 |
| Copel | CPLE6 | 34,00 | 22,30 | 52,47 |
| Aços Villares | AVIL3 | 0,91 | 0,49 | 85,71 |
| Alterações | ||||
| Não houve | ||||
| Geração Futuro | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Usiminas | USIM5 | 63,61 | 24,62 | 158,37 |
| Petrobras | PETR4 | 42,52 | 26,40 | 61,06 |
| Gerdau | GGBR4 | 29,16 | 12,66 | 130,33 |
| VCP | VCPA4 | 51,29 | 11,50 | 346,00 |
| Taurus | FJTA4 | 10,30 | 3,65 | 182,19 |
| Weg | WEGE3 | 22,46 | 11,73 | 91,47 |
| Randon | RAPT4 | 16,58 | 5,07 | 227,02 |
| Vale | VALE5 | 41,40 | 26,83 | 54,30 |
| Alterações | ||||
| Não houve | ||||
| HSBC | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| CSN | CSNA3 | Não informado | 31,35 | - |
| Tractebel | TBLE3 | Não informado | 17,79 | - |
| Petrobras | PETR4 | Não informado | 26,40 | - |
| Vale | VALE3 | Não informado | 30,87 | - |
| Cemig | CMIG4 | Não informado | 33,25 | - |
| CCR Rodovias | CCRO3 | Não informado | 23,18 | - |
| Telesp | TLPP4 | Não informado | 44,19 | - |
| Itaú | ITAU4 | Não informado | 22,20 | - |
| Alterações | ||||
| Entram: CSN, CCR Rodovias | ||||
| Saem: Usiminas, Ambev | ||||
| Intra | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Souza Cruz | CRUZ3 | Não informado | 48,00 | - |
| Itaú | ITAU4 | Não informado | 22,20 | - |
| CPFL Energia | CPFE3 | Não informado | 31,45 | - |
| Telesp | TLPP4 | Não informado | 44,19 | - |
| Bradesco | BBDC4 | Não informado | 20,70 | - |
| Petrobras | PETR4 | Não informado | 26,40 | - |
| Transmissão Paulista | TRPL4 | Não informado | 45,30 | - |
| Vale | VALE5 | Não informado | 26,83 | - |
| Natura | NATU3 | Não informado | 21,70 | - |
| Redecard | RDCD3 | Não informado | 25,00 | - |
| Localiza | RENT3 | Não informado | 8,00 | - |
| Gerdau | GGBR4 | Não informado | 12,66 | - |
| Alterações | ||||
| Entra: Gerdau | ||||
| Sai: Sabesp | ||||
| Link | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| AES Tietê | GETI4 | 22,30 | 17,65 | 26,35 |
| ALL | ALLL11 | 16,00 | 8,17 | 95,84 |
| Ambev | AMBV4 | 131,00 | 95,89 | 36,61 |
| Bradesco | BBDC4 | Em revisão | 20,70 | - |
| CCR Rodovias | CCRO3 | 34,00 | 23,18 | 46,68 |
| Itaúsa | ITSA4 | Em revisão | 7,07 | - |
| Perdigão | PRGA3 | 56,00 | 29,61 | 89,13 |
| Transmissão Paulista | TRPL4 | 61,00 | 45,30 | 34,66 |
| Bradespar | BRAP4 | 35,00 | 22,40 | 56,25 |
| Sabesp | SBSP3 | 34,00 | 24,04 | 41,43 |
| Alterações | ||||
| Entra: Sabesp | ||||
| Sai: CSN | ||||
| Planner | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Petrobras | PETR4 | 48,60 | 26,40 | 84,09 |
| Ultrapar | UGPA4 | 72,55 | 54,63 | 32,80 |
| Bradesco | BBDC4 | 55,00 | 20,70 | 165,70 |
| Redecard | RDCD3 | 39,50 | 25,00 | 58,00 |
| Souza Cruz | CRUZ3 | 53,50 | 48,00 | 11,46 |
| Ambev | AMBV4 | 125,00 | 95,89 | 30,36 |
| Telesp | TLPP4 | 58,75 | 44,19 | 32,95 |
| Light | LIGT3 | 29,00 | 25,56 | 13,46 |
| Eletrobrás | ELET3 | 35,00 | 26,20 | 33,59 |
| Alterações | ||||
| Entram: Ultrapar, Souza Cruz | ||||
| Saem: Usiminas, Perdigão | ||||
| Socopa | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Petrobras | PETR4 | Em revisão | 26,40 | - |
| Copel | CPLE6 | 35,00 | 22,30 | 56,95 |
| Vale | VALE5 | 65,40 | 26,83 | 143,76 |
| Perdigão | PRGA3 | 59,60 | 29,61 | 101,28 |
| OHL Brasil | OHLB3 | 24,50 | 13,40 | 82,84 |
| Cemig | CMIG4 | 46,00 | 33,25 | 38,35 |
| Bradesco | BBDC4 | 31,20 | 20,70 | 50,72 |
| Odontoprev | ODPV3 | 50,00 | 23,00 | 117,39 |
| Gerdau | GGBR4 | 21,00 | 12,66 | 65,88 |
| Embraer | EMBR3 | 15,20 | 6,59 | 130,65 |
| Alterações | ||||
| Entram: OHL Brasil, Odontoprev | ||||
| Saem: Unibanco, Randon | ||||
| Souza Barros | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Itaú | ITAU4 | 45,00 | 22,20 | 102,70 |
| Log-In | LOGN3 | 10,80 | 6,64 | 62,65 |
| Petrobras | PETR4 | 38,20 | 26,40 | 44,70 |
| Sadia | SDIA4 | 5,80 | 5,02 | 15,54 |
| Vale | VALE5 | 38,50 | 26,83 | 43,50 |
| Alterações | ||||
| Entram: Log-In, Sadia | ||||
| Saem: CSN, Redecard | ||||
| Spinelli | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Bradesco | BBDC4 | 36,00 | 20,70 | 73,91 |
| Banco do Brasil | BBAS3 | 26,00 | 13,85 | 87,73 |
| Itaú | ITAU4 | 35,00 | 22,20 | 57,66 |
| Cemig | CMIG4 | 45,00 | 33,25 | 35,34 |
| BM&FBovespa | BVMF3 | 10,40 | 5,95 | 74,79 |
| Petrobras | PETR4 | 45,00 | 26,40 | 70,45 |
| Vale | VALE5 | 45,00 | 26,83 | 67,72 |
| Copasa | CSMG3 | 30,00 | 20,79 | 44,30 |
| CCR Rodovias | CCRO3 | 27,00 | 23,18 | 16,48 |
| Usiminas | USIM3 | 40,00 | 24,62 | 62,47 |
| Alterações | ||||
| Entra: CCR Rodovias | ||||
| Sai: Telesp | ||||
| * Cotação de fechamento de 27 de fevereiro de 2009 | ||||
| Fontes: corretoras | ||||
